quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Evangelista Valdir Davalos.

 
 Nessa virada de ano você esta se preparando para Jesus? ou para o diabo?. Nesse ano que vamos entrar sua vida vai ser de Jesus, ou de quem? pensa nisso! 
 

sábado, 27 de dezembro de 2025

Evangelista Valdir Dvalos.

Sermão Reformado: A Iniciativa Divina na Salvação.


 

Textos base:

- João 1:13, 3:8

- Efésios 2:5

- João 6:44

- João 15:16

- 1 João 4:19

 

 Introdução

Vivemos em uma era onde a autonomia humana é frequentemente exaltada, inclusive na esfera espiritual. Contudo, a perspectiva bíblica, especialmente a reformada, nos lembra que a iniciativa da salvação pertence inteiramente a Deus. Nossa capacidade de viver espiritualmente, de escolher e amar a Deus, não é fruto de nossa própria força, mas da obra soberana e graciosa de Deus em nós.

 1. O Novo Nascimento: Uma Obra do Espírito Santo (João 1:13; 3:8)

- João 1:13 nos diz que não nascemos "de sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus". Isso aponta para uma origem divina, não humana.Jesus explica a Nicodemos que é o Espírito quem vivifica, e que ninguém pode ver o Reino de Deus sem nascer de novo (João 3:8). O vento sopra onde quer, e assim é todo aquele que é nascido do Espírito.

Implicação: O novo nascimento não é uma decisão nossa, mas uma obra regeneradora do Espírito Santo em nosso coração, que nos capacita a vir a Deus. Vivificados com Cristo: Da Morte Espiritual à Vida (Efésios 2:5)

 Paulo afirma que, quando estávamos mortos em nossos delitos, Deus, "sendo rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, estando nós mortos em pecados, nos vivificou juntamente com Cristo".Implicação: Antes da intervenção divina, estamos espiritualmente mortos. É Deus quem nos traz à vida espiritual, ressuscitando-nos juntamente com Cristo. Não podemos nos levantar sozinhos.

 A Vinda a Cristo: Uma Atração Divina (João 6:44) Jesus declara explicitamente: "Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer". Isso significa que nossa capacidade de "vir" a Cristo, de crer Nele, é resultado da atração e do chamado irresistível do Pai.Implicação: A fé salvadora não é um ato de livre-arbítrio independente de Deus; é uma resposta à iniciativa divina que nos atrai a Cristo.

 4. A Escolha: A Eleição Soberana de Deus (João 15:16) Jesus diz aos seus discípulos: "Vós não me escolhestes a mim, mas eu vos escolhi a vós". Essa escolha divina precede e possibilita a nossa escolha de segui-lo.Implicação: Deus nos elegeu antes da fundação do mundo, não com base em alguma presciência de nossa fé, mas por Seu puro amor e propósito soberano.

 

 O Amor: A Resposta ao Amor Divino (1 João 4:19) O apóstolo João nos lembra: "Nós o amamos porque ele primeiro nos amou". Nosso amor por Deus não é o ponto de partida, mas a resposta ao amor que Ele primeiro derramou em nossos corações.

Implicação: A capacidade de amar a Deus, de desejar Sua presença e Sua vontade, é um fruto do amor que Ele nos demonstrou primeiro, através de Jesus Cristo.

 

A Revelação Divina aos Simples de Coração

Texto base: Mateus 11:25-27

 Introdução

Em Mateus 11:25, Jesus expressa profunda gratidão ao Pai porque Ele "escondeu estas coisas dos sábios e entendidos e as revelou aos pequeninos". Essa declaração nos leva a refletir sobre quem são esses "pequeninos" e como eles se beneficiam da revelação de Deus, em contraste com os que se consideram sábios. Quem são os "Pequeninos" (Mateus 11:25)?Jesus se refere àqueles que são simples de coração, humildes, e receptivos à verdade divina, em oposição aos que confiam em sua própria sabedoria e entendimento. Esses "pequeninos" não são necessariamente os ignorantes ou os sem instrução formal, mas aqueles que reconhecem sua dependência de Deus e estão abertos para aprender Dele. São os que não se apegam à autossuficiência intelectual ou religiosa.

 

Benefício da Revelação Divina (Mateus 11:25) 2. O  O benefício principal é a revelação das coisas divinas. Jesus agradece ao Pai por ter revelado "estas coisas" (referindo-se à verdade sobre o Reino de Deus, Sua própria identidade e missão) aos humildes. Enquanto os sábios e entendidos do mundo podem não reconhecer Jesus e Seu evangelho, os pequeninos recebem a iluminação do Espírito Santo.Implicação: A verdadeira sabedoria e o conhecimento de Deus não vêm da capacidade humana, mas da graça de Deus que se revela aos que têm um coração receptivo.

 Autoridade de Cristo e a Provisão do Pai (Mateus 11:26-27) Jesus continua afirmando: "Sim, ó Pai, porque assim te aprouve". Isso reforça a soberania de Deus na revelação. A decisão de quem recebe a revelação é Dele. O versículo 27 é crucial: "Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho senão o Pai; e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar." Implicação: A revelação de Deus é mediada por Cristo. Somente através de Jesus, que tem toda a autoridade, é que podemos conhecer verdadeiramente o Pai. E Ele escolhe revelar o Pai aos que Ele deseja.

 

 Conclusão

Os beneficiados com a revelação de Deus, conforme Mateus 11:25, são aqueles que, em sua humildade, reconhecem sua necessidade e se abrem para a verdade divina. São os que não confiam em sua própria inteligência para compreender os mistérios do Reino, mas dependem da graça soberana de Deus para serem iluminados através de Jesus Cristo. Que possamos sempre nos apresentar diante de Deus com um coração de "pequenino", buscando a sabedoria que vem do Alto. (Evangelista Valdir Davalos).

 




EVANGELISTA VALDIR DAVALOS.

 Evangelista Valdir Davalos. Fascínio.



O fascínio tomou conta dos olhos de Eva em Gn 3.6. fascínio é enfeitisamento. A serpente era uma encarnação de Satanás. Tentação (3:1-6) O tentador. Deus não é o autor do pecado nem tenta as pessoas para que pequem; esse é o trabalho do demónio (Tg 1:13). Já vimos que Satanás caiu em pecado antes da obra de Géne-
sis 1:3ss. Originalmente, ele era um bonito anjo que se regozijava com a criação de Deus (Jó 38:4-7), mas ele pecou e foi julgado por Deus (Is 14:12-17; Ez 28:11-19). Observe que Satanás veio a Eva na pele de Uma serpente, pois é mascarado e não aparece para as pessoas com Seu caráter  verdadeiro., Em Genesis  3, Satanás é a serpente que engana (2 Co 11:3); em Génesis 4, ele é o mentiroso homicida (Jo 8:44). Temos de ter cuidado para evitar os caminhos enganosos dele.

O alvo dele.

Satanás mira a mente de Eva (2 Co 11:1-3; 1 Tm 2:9-15) e consegue enganá-la. A mente do homem é uma parte de seu ser que foi cria-da à imagem de Deus (Cl 3:9-10).Assim, Satanás ataca Deus quando ataca a mente humana. Satanás usa mentiras. Ele é mentiroso, o pai da mentira João 8:44). Satanás ele é sagaz é a sua personalidade isso significa que ele é inteligente. Satanás é também malévola, vindo do latim malévolo significa aquele que quer o mal. Mesmo que sinônimo de maligna Maliciosa. 
Satanás deduziu Eva com o seu poder. Satanás enfeitiçou Eva com seu poder, isso é fascínio atrativo atraente.
Fascínio descreve um forte encantamento ou no mesmo encanto. Encantamento envolve admiração, deslumbramento ou interesse profundo por algo ou alguém, sensação de atração irresistível ou sedução.
Em João 13.2 o diabo induz judas. induz aparentemente mostrando que algo é bom mas na realidade não é. Lá na frente tem consequência o bom é quando se arrepende. 
Outra ação de seduzir do diabo, foi Dallila uma filisteia. Induzir ,é, ou significa; levar, persuadir, ou encorajar alguém a fazer algo, causar  ou provocar inspirar por meio de raciocínio lógico. Juizes 16.5.
Outro que foi seduzindo ou enganado pelo o diabo foi Abraão, foi tentado pela sua razão tentadora Gn 12,10. 
Temos também o exemplo de Jacó caiu na sedução de Labão. Labão conseguiu enganar Jacó e induziu ele a erro, Gn 29,16 há casos que a pessoa não percebe que é ação do inimigo. ou maligno.
Davi por exemplo caiu também no fascínio no poder do feitiço. O poder do fascínio é a atração irresistível que algo ou alguém exerce, vindo da beleza, mistério ou desafio, gerando um forte encanto e influência profunda, capaz de prender a atenção e despertar um desejo intenso de saber mais, podendo levar a admiração ou até mesmo obsessão, dependendo da combinação de elementos conhecidos e desconhecidos que provocam uma emoção estética poderosa no cérebro. Lembra aqui a armadura de Deus: Ef 6.17. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.
Acabe e Jezabel. Jezabel teve uma forte influência de fascínio sobre Acabe. Uma mulher ávida por poder e manipuladora. Ela seduziu de tal forma que, Ele consentiu com os planos malignos de sua esposa, como o assassinato de Nabote para tomar sua vinha. 1 Reis 21 as.
Salomão um rei que se deixou persuadir   foi capturado irresistivelmente foi pego pelas paixões e pelo olhar.1 Reis 11... 
Outros exemplos de fascínio.
•    Jonas: Deus ordenou que Jonas fosse pregar em Nínive, uma cidade inimiga de Israel. No entanto, Jonas, movido pelo preconceito e desobediência, tentou fugir de navio para Társis, para longe da presença do Senhor. Ele foi confrontado por Deus através de uma grande tempestade e um peixe gigante.
•    Elias: Embora fosse um profeta poderoso que desafiou os profetas de Baal, após seu grande triunfo no Monte Carmelo e a ameaça de morte da Rainha Jezabel, Elias sucumbiu ao medo e fugiu para o deserto, expressando desespero e desejando a morte. Isso demonstra um momento de fraqueza humana e desânimo, que pode ser visto como um "fascínio" pelo desespero ou autopiedade.
•    Moisés e Arão: Mesmo não sendo profetas no sentido estrito de escritores proféticos, eles foram líderes e porta-vozes de Deus. Moisés pecou por impaciência e desobediência quando, em vez de falar com a rocha para que saísse água, ele a feriu duas vezes com o bordão, o que o impediu de entrar na Terra Prometida. 
•    No Novo Testamento, a palavra “fascínio” (ou “fascinar”) é usada em um sentido negativo, referindo-se a ser enganado, enfeitiçado ou seduzido por falsas doutrinas ou pelo mundo, afastando-se da verdade de Cristo. 
Em Gálatas ouve um fascínio coletivo. Gálatas 3:1,2.
1. Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado?
2. Quero apenas saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?
Li um comentarista ele diz:
Na questão do fascínio; No grego é baskaino, “invejar” embora neste texto o sentido seja “fascinar” ,exercer certa influência que vence os sentidos intelectuais e espirituais. Provérbios 23.6. provérbios 28.22. Marcos 7.22. São olhos mau. Em Gálatas o sentido a idéia  é de olho grande. Mas é verdade que algumas pessoas possuem estranho poderes, talvez vinculados com algumas modalidades de hipnotismo,que podem forçar outras pessoas a agirem, mesmo sem terem disso a menor consciência. Foi perante os olhos dos crentes Gálatas que Cristo foi exposto em espetáculo; mas a sua glória divina não impediu que alguém usasse “olhos maus “ ,ou alguma influência maligna semelhante a isso; o fascínio de que foram vitimados alguns crentes gálatas, naquela crise, foi atribuído ao efeito maléfico de algum poder maligno misterioso. É evidente que Paulo acreditava na existência e atuação de poderes malignos, os quais podem aceitar as pessoas. Até mesmo na idolatria comum ele via tais efeitos, segundo também se depreendia da doutrina judaica comum. Ver 1Co 10.20. Paulo também entendia que os poderes malignos são numerosos e habitam em dimensões espirituais que podem ter contato com os homens. Ver Ef 6.12. Comentário de Champlin.

Comentário de William Barclay.
 No versículo 1 Paulo fala do olho grande. Os gregos temiam muito 
o malefício feito por um olho grande.

Comentário de Mody:
 O Argumento da Experiência (dos Gálatas). 3:1-5. Aqui o apóstolo declara que a experiência dos seus leitores, começando com a fé em Cristo crucificado e confirmado pelo dom do 
Espírito Santo, fica inteiramente fora da esfera da Lei. Iriam eles agora renunciar à perfeição da provisão divina, ele pergunta, pela loucura de seus próprios esforços? Eles deviam estar fascinados, vítimas de alguma feitiçaria (cons. 1:7). À vista de sua dramática pregação do Cristo crucificado quando estivera entre eles (cons. I Co. 1: 23; 2:2), sua mudança de atitude parecia estranha. Teriam eles se esquecido de sua primeira e viva 
impressão? 2,3. Depois de aceitar a Cristo viera o dom do Espírito (cons. Gl. 4:4-6; Ef. 1:13), de modo nenhum baseado na guarda da lei como um esforço da carne (cons. Gl. 5:18, 19).
 Extraído do Monergismo.com
Satanás como cabeça dos demônios. 
“Satanás” é o nome pessoal do cabeça dos demônios. Esse nome é mencionado em Jó 1.6, onde “os anjos vieram apresentar-se ao SENHOR, e Satanás também veio com eles” (v. tb. Jó 1.7—2.7). Aqui ele aparece como o inimigo do Senhor que traz severas provações para Jó . De modo semelhante, ao final da vida de Davi, “Satanás levantou-se contra Israel e levou Davi a fazer um recenseamento do povo” (1 Cr 21.1). Além disso, Zacarias teve uma visão do “sumo sacerdote Josué diante do anjo do SENHOR, e Satanás, à sua direita, para acusá-lo” (Zc 3.1). O nome “Satanás” é uma palavra hebraica (s ãtãn) que significa “adversário” . O NT também usa o nome “Satanás”, tomando-o simplesmente do AT. Assim, Jesus, em sua tentação no deserto, fala a Satanás diretamente, dizendo: “Retire-se, Satanás!” (Mt 4.10), ou “Eu vi Satanás caindo do céu como relâmpago” (Lc 10.18). 
A Bíblia usa também outros nomes para Satanás. Ele é chamado: “Diabo” (somente no NT: Mt 4.1; 13.39; 25.41; Ap 12.9; 20.2; etc.); ”serpente” (Gn 3.1,14; 2Co 11.3; Ap 12.9; 20.2); ”Belzebu” (Mt 10.25; 12.24,27; Lc 1 l.15); ”o príncipe deste mundo” (Jo 12.31; 14.30; 16.1 l), ”príncipe do poder do ar” (Ef 2.2), ou “o Maligno” (Mt 13.19; 1Jo 2.13). Quando Jesus diz a Pedro: “Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens” (Mt 16.23), ele reconhece que a tentativa de Pedro de tentar preservá-lo do sofrimento e da agonia da cruz é realmente uma tentativa de impedir Jesus de obedecer ao plano de seu Pai. Jesus percebe que a oposição, em última instância, não vinha de Pedro, mas do próprio Satanás.  

Amados eu Evangelista Valdir Davalos escrevi esse artigo citando algumas fontes que realmente batem com as minhas pesquisas que fiz sobre esse tema. De fato não sou um homem melhor do que ninguém por ser um cristão fui assediado e  tentado com o fascínio de Satanás. Por isso escrevo esse texto com base em minha experiência de vida. Creio que tudo é da permissão da soberania de Deus para o amadurecimento. Amadurecimento é um processo contínuo de desenvolvimento pessoal, intelectual e emocional, que envolve aprender a lidar com experiências.
Com essas experiências que tive deixo aqui algo mais sobre fascínio o qual já fui vítima.
 O Ataque Inesperado: Respondendo aos Dardos do Inimigo.

Irmãos e irmãs em Cristo,

Hoje, quero falar sobre uma realidade que todos nós, como cristãos, enfrentamos: o ataque implacável do inimigo.  A Palavra de Deus nos adverte repetidamente sobre as estratégias de Satanás, que, como um leão rugindo, busca a quem possa devorar (1 Pedro 5:8).  Ele não é um inimigo passivo; ele atira seus dardos inflamados, suas flechas envenenadas, seus projéteis explosivos de fogo contra nós, sem cessar.  Às vezes, o impacto é direto e devastador, outras vezes, um mero raspão que ainda assim deixa sua marca.  Mas a verdade é: o inimigo está sempre à espreita, buscando brechas em nossa armadura espiritual.

O texto que me inspira hoje é a descrição vívida dos ataques sofridos pelo povo de Israel.  Assim como eles, muitas vezes, somos surpreendidos.  Pensamos estar seguros, talvez dentro dos muros da igreja, protegidos pela fé, e de repente, o ataque chega.  Um acontecimento inesperado, uma palavra cruel, uma doença repentina, uma perda financeira; essas são apenas algumas das "flechas envenenadas" que o inimigo pode lançar.  Israel, com todo o seu poderio militar, seu “domo de ferro”, sua tecnologia de ponta, ainda sofreu os golpes do inimigo.  A sofisticação de suas defesas não os impediu de serem atacados, demonstrando a astúcia e a implacabilidade de nossos oponentes espirituais.

A analogia com Israel nos ensina uma lição crucial: a segurança não reside em nossas capacidades, mas na nossa dependência de Deus.  Podemos ter os melhores planos, as melhores estratégias, os recursos mais avançados, mas isso não nos imuniza contra os ataques.  A verdadeira proteção vem da armadura de Deus (Efésios 6:10-18), que inclui a verdade como cinto, a justiça como couraça, o evangelho da paz como calçado, a fé como escudo, o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.

Quando o ataque vem, e ele virá,  o que devemos fazer?  Assim como Israel reagiu ao ataque palestino, devemos responder com firmeza e fé.  A resposta não é a passividade, mas a ação.  Não devemos ficar paralisados pelo medo, mas recorrer às armas espirituais que Deus nos forneceu:

      A oração: É a nossa linha direta de comunicação com o nosso Pai Celestial.  Em momentos de tribulação, a oração é o nosso refúgio e a nossa força.
       A Palavra de Deus:** É a nossa espada, capaz de cortar as mentiras e as artimanhas do inimigo. Meditar na Palavra nos fortalece espiritualmente e nos dá sabedoria para enfrentar os desafios.
A comunidade: Somos membros de um corpo, e em momentos de dificuldade, precisamos uns dos outros.  A igreja é o nosso suporte, nosso refúgio e a nossa força.
       A fé inabalável:  Mesmo quando tudo parece perdido, a fé em Deus é o nosso alicerce.  É a nossa confiança inabalável em Sua soberania e em Seu amor.  ( Evangelista Valdir Davalos).

sábado, 15 de fevereiro de 2025

SERMÃO EXPOSITIVO.O CORAÇÃO APRISIONADO.

 

Sermão Expositivo.


II. O Coração Aprisionado (Mateus 6.21)

O que Jesus nos ensina sobre o coração em Mateus 6.21? Ele diz: "Porque onde está o teu tesouro, ali estará também o teu coração." Esta é uma verdade profunda e impactante. Nosso coração segue aquilo que valorizamos.

Se estamos totalmente focados em bens materiais, nossa alma estará aprisionada a eles. Podemos até sentir que controlamos o que possuímos, mas, na verdade, são as riquezas que controlam nosso coração. O apego ao que é terreno cega nosso entendimento e nos faz viver uma vida com prioridades erradas.

III. A Mente Aprisionada (Mateus 6.22-23)

Jesus prossegue dizendo: "A candeia do corpo são os olhos. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será cheio de luz; mas se os teus olhos forem maus, todo o teu corpo será em trevas.

Na cultura bíblica, os olhos representam a maneira como vemos o mundo e tomamos decisões. Se nossa visão está distorcida pela busca incessante por riquezas e bens materiais, nossa mente fica aprisionada ao efêmero. Quando os olhos estão fixados em tesouros terrenos, nossa percepção de Deus e da eternidade se torna obscura. Não vemos o mundo como Deus vê, mas como o mundo quer que vejamos.

Quando nossa mente é cativada pelas coisas terrenas, perdemos a capacidade de ver o que é realmente importante. Não conseguimos discernir o que é eterno, e nossa visão sobre a vida é turvada.

4. A Vontade Aprisionada (Mateus 6.24)

Aqui, Jesus faz um ponto crucial: é impossível dividir nossa liderança entre Deus e as riquezas. O que dominamos não é apenas o nosso coração e a nossa mente, mas também a nossa vontade. A vontade humana é poderosa, mas também vulnerável. Se buscarmos riquezas como nosso maior propósito, nossa vontade será constantemente guiada por essa busca. Não poderemos servir a Deus de forma plena se estivermos divididos, buscando satisfazer tanto os desejos de nossa carne quanto os de nosso espírito..

V. Israel e o Egito: Uma Reflexão sobre a Escravidão ao Mundo

Para ilustrar ainda mais essa questão, quero refletir sobre a história de Israel. Durante 430 anos, o povo de Deus foi escravizado no Egito, uma nação rica, poderosa e cheia de riquezas. Os israelitas, enquanto estavam no Egito, eram constantemente tentados a se conformar com os padrões daquele mundo materialista, cheio de deuses falsos.

Deus, no entanto, fez uma promessa a Abraão: mesmo sendo escravos, Ele os libertaria e os conduziria à terra prometida. A libertação de Israel da escravidão no Egito foi um ato de graça, que aponta para a libertação que Cristo oferece a todos que estão cativos das riquezas e do pecado.Deus usou Moisés como agente de libertação, para o povo.

Conclusão:

Amados, Jesus nos chama a reflexão sobre onde está o nosso tesouro. Se estamos buscando tesouros terrenos, nosso coração, nossa mente e nossa vontade estão totalmente presos às coisas deste mundo. Mas se buscamos o Reino de Deus e a Sua justiça, então teremos um coração livre, você

Que

Oração:

Senhor, pedimos que o Teu Espírito nos ajude a examinar nosso coração e nossas motivações. Que podemos, com toda sinceridade, buscar o Teu Reino acima de tudo. Libertnos das prisões das riquezas e das coisas materiais e nos guia para uma vida de verdadeiro desejo e serviço a Ti.     (Valdir Davalos)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

SERMÃO. A GRAÇA MARAVILHOSA DE DEUS.

 


Sermão Expositivo sobre a Graça Maravilhosa de Deus

Texto Base: João 1.13 e João 4.24

Amados irmãos e irmãs, é com grande alegria que nos reunimos hoje para refletir sobre a maravilhosa graça de Deus, que nos oferece a verdadeira conversão, a qual vem do alto, como um presente divino que transforma os nossos corações. A graça de Deus é, sem dúvida, algo que nos deixa maravilhados e gratos, pois é ela que nos reconcilia com o Pai, nos dá a oportunidade de nascer de novo e nos permite adorar a Deus em espírito e em verdade.

1. A Graça que nos dá um novo nascimento (João 1.13)

O apóstolo João, em seu evangelho, nos ensina algo fundamental sobre o novo nascimento: "os quais não nasceram por descendência humana, nem pela vontade da carne, nem pela vontade do varão, mas de Deus." (João 1.13)

Este versículo nos revela que a verdadeira conversão e regeneração não vêm de esforços humanos ou de nossa própria vontade, mas são resultado da vontade soberana de Deus. A graça de Deus, ao nos alcançar, nos proporciona um novo nascimento. Não somos mais os mesmos. Somos gerados não pela descendência humana, mas pela vontade divina, pela ação direta de Deus em nossos corações. Não é algo que podemos conquistar, mas é um presente dado pelo Senhor.

A regeneração não depende de nossa linhagem, nossa herança ou nossa cultura. Ela vem de Deus, que nos faz nascer de novo. Como diz a palavra de Jesus em João 3.3, "Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo." E esse novo nascimento é obra exclusiva da graça de Deus.

2. A Graça que nos permite adorar em espírito (João 4.24)

Em João 4.24, Jesus nos revela algo profundo sobre a adoração: "Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade."

A graça de Deus não só nos dá um novo nascimento, mas também nos habilita a adorá-Lo como Ele merece. Antes de sermos tocados pela graça divina, nossa adoração era superficial, muitas vezes vazia e feita apenas por obrigação. No entanto, ao sermos regenerados pela graça de Deus, nossas vidas são transformadas e passamos a adorá-Lo em espírito e em verdade.

A verdadeira adoração não se baseia em rituais externos ou em uma simples repetição de palavras. Ela vem do coração, do interior de cada um de nós, que, tocados pela graça de Deus, desejam honrar e glorificar ao Senhor de forma genuína. É pela graça que o coração do crente é convertido, tornando-se sensível à presença de Deus e desejoso de adorá-Lo em sinceridade.

3. A Graça que gera fé, amor e santificação genuína

A conversão verdadeira, que vem pela graça de Deus, gera em nós a fé, o amor e a santificação genuína. Como Paulo escreve em Romanos 10.9, "Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo." A verdadeira fé não é apenas uma declaração verbal, mas uma fé que brota do coração. Ela transforma a nossa vida, nos leva a viver de acordo com a vontade de Deus.

Quando a graça de Deus entra em nossas vidas, ela não apenas nos concede o perdão, mas também nos capacita a viver de maneira diferente. A graça gera em nós o amor verdadeiro por Deus e pelo próximo. Ela nos leva a um processo contínuo de santificação, onde somos transformados à imagem de Cristo.

A conversão que a graça de Deus opera em nossos corações é profunda e radical. Ela não é apenas uma mudança externa ou momentânea, mas uma transformação interna que nos torna mais semelhantes a Cristo a cada dia.

4. A Graça maravilhosa que nos leva a uma vida de adoração verdadeira

Amados, a graça de Deus nos convida a uma vida de adoração verdadeira e genuína. Quando entendemos o quanto fomos amados e alcançados pela graça divina, nossa resposta natural é adorar ao Senhor. A adoração verdadeira não está restrita a momentos específicos de culto, mas permeia todas as áreas da nossa vida. Em tudo o que fazemos, queremos glorificar a Deus.

Nossa adoração, agora, é fruto da graça que nos regenerou e nos transformou. E essa adoração é feita "em espírito e em verdade". Ela não se baseia em formas ou estruturas humanas, mas na sinceridade de um coração que foi tocado pela graça de Deus.

Conclusão:

A graça de Deus é, de fato, maravilhosa. Ela nos concede o novo nascimento, nos permite adorá-Lo em espírito e em verdade, e gera em nós a fé, o amor e a santificação genuína. Quando experimentamos essa graça, nossa vida é transformada, e nossa resposta é uma adoração verdadeira e sincera.

Portanto, irmãos, que possamos viver de acordo com a graça maravilhosa de Deus, permitindo que ela nos conduza a uma vida de fé e adoração, refletindo em nossas atitudes o amor de Deus que nos alcançou. Que a nossa conversão seja genuína, e que a nossa adoração seja verdadeira e cheia do poder do Espírito Santo.

Que Deus nos abençoe e nos capacite a viver sob Sua maravilhosa graça todos os dias de nossas vidas. Amém.Por (Valdir Davalos)